
Antes da agulha,
uma conversa.
Brasil, 2018. Porto, 2022. Entre os dois — uma vida a aprender a ouvir histórias e a transformá-las em linhas finas que ficam para sempre.

De onde
tudo começou.
Comecei a tatuar no Brasil, em 2018 — sem imaginar que um dia ia fazê-lo do outro lado do oceano. Aprendi cedo que tatuar não é só desenhar sobre a pele. É ouvir. É perceber porque é que aquela pessoa escolheu estar ali, naquele dia, com aquela ideia.
O traço fino chegou como uma descoberta. Em vez de preencher, comecei a sugerir — flores que parecem desenhadas a lápis, ramos que se prolongam pela pele como se sempre tivessem estado ali. Foi esse o estilo que ficou, e que continua a crescer comigo, sessão após sessão.
Cheguei ao Porto em 2022, de mala feita e sem grandes certezas. Fiquei pela luz, pelas ruas estreitas, pelos azulejos — e por uma sensação de pertença que não esperava encontrar tão rápido. Hoje, o estúdio na Boavista é esse lugar: pequeno, calmo, meu — e, durante algumas horas, também teu.
Continuo a aprender com cada peça. Cada pessoa que se senta na minha cadeira ensina-me algo sobre o que vale a pena guardar para sempre.
Com carinho, Gi.O que guia
cada traço.
- Cada desenho é original — feito de raiz, nunca repetido.
- A primeira conversa importa tanto quanto a última linha.
- A natureza como ponto de partida — nunca a mesma flor, nunca o mesmo ramo.
- Os azulejos portugueses, sempre presentes, mesmo quando discretos.
- Traços finos — mas com peso, com intenção, com significado.
- Tempo para ajustar, sem pressa e sem fila.
- Acompanhamento depois da sessão, sempre que precisares.

“Quando alguém me mostra uma referência, não procuro copiar. Procuro entender o que está por trás daquela escolha.”
O estúdio fica na Boavista, no coração do Porto — pensado para te sentires em casa antes da sessão começar.
Já me conheces
um pouco melhor.
Agora conta-me a tua ideia — uma imagem, uma referência, uma vontade ainda solta. A partir daí, trato de tudo.
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